BFA firma parceria com sport tech startup voltada ao gerenciamento de carreira para jogadores

O Brasil Futebol Americano (BFA) encontrou um novo parceiro que auxilie no desenvolvimento na carreira de jogadores no Brasil. Em um mercado de nicho, onde os programas nacionais não conseguem explorar, se apresentou a Soul Brasil Esportes. A empresa executa um diagnóstico para traçar metas aos atletas dentro e fora de campo. A parceria foi firmada na última sexta-feira (7).

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Orientado em sete pilares, a startup oferece ferramentas que apoiem o cliente no alcance de suas metas pessoais. Os pilares passam por: planejamento de carreira, planejamento financeiro, marketing & branding, preparação física, apoio nutricional, apoio pedagógico e apoio psicológico.

— Nosso grande objetivo como startup é democratizar o esporte brasileiro e oferecer possibilidades para atletas que estão buscando soluções, conteúdos e ferramentas para alavancar a carreira esportiva — afirmou Maria Teresa Publio Dias, co-fundadora da Soul Brasil Esportes.

Na noite desta quarta-feira (19), os fundadores Dias (com passagens pelo marketing do Corinthians e relações do Buffalo Bills) e Paulo Braga (com passagens pelo Banco do Brasil, gerente de vendas da BRF e gerente de distribuição da Danone) procuraram explicar como a empresa atuará no cenário do futebol americano jogado no Brasil. Dentre os escopos apresentados estão a estruturação para captação de recursos aos jogadores, com o propósito que ele se mantenha ativo no esporte e consiga alargar habilidades em alto rendimento. Caso o cliente não consiga atingir seus objetivos dentro do esporte, que esteja habilitado a crescer profissionalmente em sua área de atuação.

A Soul Brasil Esportes também terá a missão de aproximar o atleta de entidades esportivas e investidores. A ferramenta online é gratuita e está disponível no link https://www.soulbrasil.co/.

— O atleta é a base do futebol americano em nosso país. Na maioria dos casos, é ele quem custeia suas viagens, seus equipamentos. Quando esses atletas possuem acesso fácil a ferramentas que o auxiliam desenvolver as suas próprias carreiras, o crescimento afeta a modalidade como um todo — explicou o diretor esportivo do BFA, Lucas Rossetti, em artigo de Dias no Linkedin.

O modelo de negócios proposto pela sport tech poderá acelerar o processo de estruturação e profissionalização dos jogadores, algo pouco explorado pelos atuais programas de futebol americano. Tornar o ecossistema um produto a ser comercializado é um meio para trazer recursos e potenciais consumidores.

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