CBFA apresenta Pereira como Chief International Relations Officer

Pereira terá de ampliar a comunicação entre a CBFA e as principais ligas do mundo. Foto ARquivo pessoal/Futebol Americano Brasil

Na terça-feira (16), a direção da Confederação Brasileira de Futebol Americano (CBFA) anunciou o ingresso de Felipe Pereira como Chief International Relations Officer. O papel de Pereira será de formar e manter os relacionamentos da entidade com a National Football League (NFL), NCAA e ligas de outros países.

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Nascido em Criciúma, Pereira tem larga experiência no futebol americano. Reside nos Estados Unidos há mais de 20 anos, o catarinense já jogou no high school em Somerville, Massachusetts e atuava como placekicker. Graduou-se pela Framingham State University, em Framingham, Massachusetts com diploma Administração de Negócios, com foco em Negócios Estrangeiros.

Atuando como auditor para companhia de seguros, Pereira viaja o mundo auditando processos em várias companhias e já visitou mais de 35 países. Nas ocasiões, aproveita para formar parcerias com equipes, ligas e todos tipos de pessoas envolvidas com o futebol Americano pelo mundo.

No Brasil, participou de projetos importantes, como presidente do Criciúma Miners, auxiliou o Corinthians Steamrollers em expor jerseys no museu do New England Patriots. Participou do desenvolvimento das relações internacionais da Portuguesa Futebol Americano e da Federação de Futebol Americano de São Paulo (Fefasp).Também ajudou o Miami Dolphins no recrutamento de cheerleaders na América Latina e foi peça fundamental para que o fotógrafo brasileiro Jayson Braga pudesse fotografar dois jogos de NFL e um desfile de moda das cheerleaders dos Dolphins.

Pereira ainda criou um camp na Florida para que atletas brasileiros possam treinar e vivenciar o futebol americano nos Estados Unidos, assim como aconteceu com jovens do Juventude.

A frente do cargo, Pereira terá de buscar parceiros e patrocinadores para agregar ao crescimento do esporte no Brasil.

— Minha meta e ajudar a crescer o futebol americano em solo brasileiro, tanto em número de participantes quanto o nível do esporte. Espero poder fazer a ponte do Brasil com outras nacionalidades para ajudar nesse desenvolvimento. Serei um representante da CBFA pelo mundo, fazendo todos conhecerem o que está sendo desenvolvido no país e os atletas brasileiros — disse.

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