Sinfa/MT anuncia empresas habilitadas para contrução do muro no COT da Barra do Pari; Cuiabá Arsenal vê com bons olhos

Cuiabá Arsenal pretende gerencial estádio para receber até 10 mil fãs. Imagem Arsenal/Reprodução/Futebol Americano Brasil

No último dia 13 de agosto, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra/MT) divulgou a ata da sessão pública para abertura dos envelopes de propostas de preços para a execução da construção de um muro e adequação elétrica no Centro Oficial de Treinamento de Rubens dos Santos – também conhecido como COT da Barra do Pari. O Cuiabá Arsenal aguarda a evolução do andamento do processo para seguir com a proposta de cessão do local para abrigar seu programa de futebol americano.

Fique por dentro do processo do Cuiabá Arsenal para gerir o COT da Barra do Pari
Programa protocola utilização do COT da Barra do Pari

De acordo com a Sinfra/MT, das oito empresas que enviaram a documentação para participar da tomada de preços, quatro cumpriram os requisitos de habilitação do edital para executar a obra. São elas: Fort Construtora Ltda., JRM Construções Eireli, Reta Projetos e Contruções Ltda. e Vanka Construtora Ltda.

O valor de referência para execução da obra e reforma elétrica está estimado em R$ 593.499,76 e pode ser acessado neste link (http://www.sinfra.mt.gov.br/documents/363190/14769927/VOLUME+-+OR%C3%87AMENTO+DA+OBRA.pdf/2644ff4c-0d27-fc80-a3b7-1be1a88d86ba). O serviço está dividido em seis etapas que precisam ser realizadas em um período de 120 dias.

A Sinfra/MT também anunciou a classificação das propostas de preços das quatro empresas habilitadas.

A JRM Construções Eireli apresentou a menor proposta no valor de R$ 487.317,99. Seguida pela Reta Projetos e Contruções Ltda. com R$ 513.417,15, a Fort Construtora Ltda. com R$ 530.778,11 e a Vanka Construtora Ltda. com R$ 533.355,65.

Cuiabá Arsenal monitora o andemento do processo

Para o presidente do Arsenal, Denevaldo Barbosa Jr., a construção do muro trará uma segurança maior ao local, que é alvo de depredação, além de aliviar parte do planejamento que o programa se propunha a realizar.

— É muito bom, pois, o COT do Pari já teria etapas que nós estávamos nos propondo a fazer, e inclusive já temos algumas cartas de intenção de parceiros para realizar parte da obra. Somente após essa construção que eles poderão colocar segurança no local, após isso deverão iniciar tratativas com a empresa que era responsável pela construção para refazer e/ou reinstalar tudo que já havia sido realizado no COT antes da paralisação das obras — contou.

Um dos planos do Arsenal é conseguir a concessão e exploração do espaço por um período de 30 anos. A direção foca nos esforços para viabilizar os recursos e documentação necessária com o intuito de finalizar o empreendimento.

— Os recursos que iremos captar serão de fato para finalização das obras, após conclusão do projeto, vamos realizar uma gestão para resultados no espaço. Como somos uma associação sem fins lucrativos, esses recursos serão destinados as atividades da própria equipe. A Sinfra recebeu com muito bons olhos nosso projeto, porém, ainda está analisando a viabilidade técnica para isso.

Diferente de outras tentativas por entidades esportivas de Cuiabá e Várzea Grande, uma vez que o COT da Barra do Pari já esteve no horizonte de clubes de futebol masculino e feminino, que solicitaram ao Governo do Estado do Mato Grosso a finalização das obras, o Arsenal busca a cessão da estrutura atual para concluir o estádio.

— Todas as instituições que já procuraram a Sinfra com objetivo de receber o COT do Pari, solicitam que o Estado termine as obras e passe para eles gerenciarem, nós queremos que o Estado nos passe a estrutura para finalizarmos as obras e assim termos a gestão e exploração por 30 anos — afirmou.

Com a pretensão de ser um local para receber equipes estrangeiras durante a Copa do Mundo da Fifa de 2014, o COT da Barra do Pari acabou por se tornar um problema para o governo estadual desde 2013, uma vez que 70% da obra fora concluída, do qual foram injetados R$ 21 milhões, dos R$ 31,7 milhões previstos.

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